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Sistema de escrita de roteiro · pensado para o roteirista

Todo ofício tem sua ferramenta.
O roteiro tinha um formatador.

O Telos é a workstation do roteirista. Você constrói mundo, personagens, estrutura e voz dentro do sistema; a IA escreve cena, tratamento, escaleta e episódio a partir disso — e você decide o que fica.

Longa, série, novela vertical e curta, cada um com a régua do próprio ofício.

$49/mês, 750 créditos — o que entra na assinatura. Você cria a conta, confirma o e-mail e assina.

A Coisa Mais Rara · cena 12
INT. ARMAZÉM DO PORTO — ENTARDECER
Maria para diante do contêiner aberto. Não olha para trás.
MARIA
Você chegou tarde.
⌘Jajuda · você está em: Cena
carregado: mundo · 7 personagens · arcos · plantios em aberto · voz autoral compilada
Escrever a próxima cena≈40 créditos

↳ A IA escreve com o projeto carregado. O custo aparece antes do clique.

O que faltava

A IA já escreve. Ela não segura, e não deixa ver.

Os modelos de linguagem chegaram à sala onde as histórias são feitas. Escrevem cena, tratamento, escaleta e diálogo em segundos, em qualquer voz — e às vezes muito bem: uma cena isolada pode sair melhor do que a de um roteirista cansado às duas da manhã. Fingir que isso não muda nada não é posição. É atraso.

Não segura.

A cena 4 é linda. Na cena 20, a personagem que tinha pavor de água está nadando, e ninguém percebeu. A cada conversa nova, o mesmo contexto colado de volta. E a voz que volta é boa — mas é a sua, ou a média da internet muito bem executada?

Não deixa ver.

Pergunte se o roteiro está funcionando e a resposta é “o segundo ato está arrastado”: palpite com vocabulário, sem cena, sem batida, sem linha. Peça o que você precisa entregar — a bíblia, o one-pager, as revisões coloridas, o ZIP com um arquivo por episódio — e não vem nada. Nunca foi o trabalho dela.

A parte mais importante continua sendo a pessoa por trás da história. A pergunta que ficou é outra: por que quem conta histórias não pode usar essa tecnologia direito? Não para ser substituído por ela — para contar mais histórias, para ter um processo que faça escrever melhor, ou só para achar o ângulo que faltava naquilo que trava você há três semanas.

O que o Telos faz

No Telos, o seu projeto existe.

Ele não mora numa conversa que some quando você fecha a aba; mora num sistema. O mundo, os personagens e seus arcos, a estrutura, cada plantio que ainda não foi colhido e a sua voz autoral entram em cada geração, sozinhos — sem você colar nada de volta. É isso que segurar a história quer dizer.

Roda sobre modelos de linguagem de ponta — hoje, o Claude, da Anthropic. A diferença é de arquitetura. E não substitui a parte mais importante, que é quem escreve: complementa.

O que entra em cada geração

  • Mundo

    as regras, os lugares, o que aconteceu antes da primeira cena

  • Personagens e arcos

    quem são, o que querem e para onde estão indo

  • Estrutura

    a escaleta, a sequência ou o episódio em que a cena vive

  • Plantios em aberto

    o que a história prometeu e ainda não pagou

  • Voz autoral

    compilada do que você de fato escreveu

  • O que o formato pede

    o cânone da temporada na série, a meta de duração na novela vertical

Quatro formatos

Formato não é filtro. É outro ofício.

Uma série não é um longa com outro rótulo, e a ferramenta que a trata assim está mentindo para você. No Telos, cada formato roda o próprio motor: outras fases, outros diagnósticos, outros entregáveis.

Onze fases, da descoberta ao roteiro compilado

Longa-metragem

A estrutura inteira à vista, e a linha do roteiro que prova cada achado.

  • As seis perguntas que um script doctor cobra caro para responder, cada uma com a cena e a linha que a provam
  • Verificação semântica de plantio e colheita: a IA lê as duas cenas e diz se a colheita paga o plantio
  • Curva emocional do filme, densidade de exposição e um detector de diálogo que diz em voz alta o que devia ficar por baixo
  • Previsão × diagnóstico: a forma que o filme pediu, contra a que emergiu
  • Com o roteiro travado, revisões de produção nas cores da indústria — White, Blue, Pink, Yellow, Green, Goldenrod…
  • One-pager, cast list e day-out-of-days, sem custo de IA

A temporada é a unidade

Série de TV

Trocar de temporada muda o escopo de tudo: cânone, arco, audiência e exportação.

  • Continuity Ledger: o cânone da temporada, que a IA lê antes de escrever qualquer cena
  • Quadro de quebra da temporada por atos, com a sala reagindo ao quadro inteiro, e não a um cartão
  • Pilot Doctor: o piloto lido em quatro eixos — estabelecimento, motor da série, gancho de continuação e tipo de piloto —, cada um com a citação que o sustenta
  • Writers Room: o showrunner, mestres do ofício e a nota da emissora debatendo o seu material
  • A bíblia da série montada com os episódios que você escreveu, não com os que prometeu escrever — e o ZIP da temporada, um arquivo por episódio
  • “E se…”: o impacto de uma mudança no cânone, simulado antes de você escrever uma linha dela

Temporadas de 35 a 90 episódios

Novela vertical

Um cliff a cada episódio, e o paywall onde a receita pede.

  • Retenção medida em cada episódio, e a cadência das reviravoltas
  • Banco de ganchos e cliffhangers — referência, não fórmula
  • A/B do episódio inteiro, pontuado pela leitura
  • Web novel virando temporada, em lote
  • Tradução salva no projeto, entre dez idiomas — chinês, japonês e coreano incluídos
E uma esteira própria, do brief do estúdio à entrega

Uma virada, de 5 a 40 minutos

Curta-metragem

A esteira de festival inteira, do conceito à submissão.

  • Teste de conceito: a sua ideia é curta, ou o primeiro ato de um longa disfarçado?
  • Exequibilidade: dá para filmar com o orçamento que você tem? A leitura aponta o que encarece e como simplificar
  • Catálogo de 19 festivais, com checagem de aptidão
  • Estratégia de ondas de estreia, para você não queimar a própria première
  • CRM de submissões, com os prazos no seu calendário
  • EPK bilíngue, com os laurels puxados sozinhos

Atenção especial

A novela vertical ganhou uma esteira própria.

O Telos nasceu de uma novela vertical — e é o formato de prazo mais apertado: de 35 a 90 episódios, um cliff a cada minuto e meio, um paywall que decide a receita e um estúdio esperando. Por isso ele tem um caminho só dele, do brief à entrega.

  1. O brief vira projeto.

    O trope sai da biblioteca, com o mercado da categoria e a conversão de paywall típica; o episódio do paywall é sugerido pela faixa daquele mercado; o cliente e o prazo da primeira entrega ficam registrados desde o primeiro dia.

  2. Cada episódio tem a duração que você decide.

    Noventa segundos por padrão, ajustável episódio a episódio. O tempo é medido na página, pela mesma régua do PDF, e a IA escreve para caber na sua meta.

  3. A IA escreve em blocos e espera você ler.

    A fila escreve a temporada seis episódios por vez e para no paywall, em cada virada de arco e no fim de cada bloco. O episódio reprovado chega com o motivo, o que não sai devolve o crédito, e o total aparece antes do clique.

  4. A leitura mede o que pode ser medido.

    Gancho, cliff e paywall de cada episódio, a curva de retenção da temporada e a conversão estimada por mercado. Onde a leitura não alcança, está escrito “não medido”.

  5. Uma temporada, vários mercados.

    A temporada inteira traduzida em lote, e o web novel que o estúdio mandou virando temporada num único passo.

  6. A entrega tem prazo, link e rodada de notas.

    Cada versão sai com um link de leitura, e o estúdio comenta sem criar conta, marcando o episódio. O slate mostra o que vence esta semana e quais notas esperam resposta — e os prazos vão para o seu calendário.

A Herdeira · temporada 1

60 episódios · meta de 90 s · paywall no EP 10

Bloco 1 pronto · 6 de 6

Leia antes de liberar o próximo. O paywall cai no bloco 2.

Liberar EP 7–12120 créditos
Entrega · Estúdio Maré · EP 1–12vence em 3 dias2 notas

↳ A fila pausa a cada bloco para você ler. O custo aparece antes do clique.

Slate vertical
Esta semana1 entrega atrasada2 vencem em até 7 dias1 nota sem resposta
  • A HerdeiraIrmãs Trocadas
    Estúdio Maré · atrasada há 2 dias
  • Sangue e AliançaEsposa do Gangster
    Vila Norte Filmes · vence em 3 dias
  • O Último Plantão
    sem prazo · 1 nota sem resposta

↳ Os projetos em ordem de prazo — e os prazos no seu calendário.

Em todos os formatos

O que vale para qualquer roteiro.

Personagens-agentes

Peça para o personagem discordar. Ele discorda.

Cada personagem é um agente: lê tudo o que você escreve para ele e guarda a voz medida nas falas que você de fato escreveu — separada da voz que você declarou, porque as duas se afastam, e a distância entre elas é informação. Quando você pede, ele se aprofunda: tira fatos, tensões internas e uma leitura da própria voz. Quando uma fala sair como você falando, e não como ele, peça que ele discorde: ele volta com a cena reescrita e com a razão dele.

“Da primeira vez que isso aconteceu, fiquei irritado de verdade. Porque eles tinham razão.”

Diego Lopes, roteirista e criador do Telos
cena 12 · linha 47
MARIA
personagem · agente ativo
“Eu não diria isso. Essa fala soa como você falando, não como eu. Eu daria as costas e sairia sem responder.”
confiança0.84
divergênciatom
ela fariaum gesto
Versões como no Git

Dois finais, sem perder nenhum.

Um ramo por hipótese, e o projeto inteiro acompanha — personagens, cenas, episódios. Quando um caminho vence, o merge traz o que interessa e a IA sugere como resolver o que conflita. O cherry-pick puxa uma cena só.

A Coisa Mais Rara · ramos
main128 alterações
final-alternativo-tragico14 alterações
antagonista-revela-mais-cedoarquivado
cherry-pick: cena 23 da v2
maria-decide-no-meio-do-ato-2ativo · há 2 dias

↳ Mapa de divergência entre os ramos, e merge com cada conflito à vista, cena a cena.

Sala de Criação

A conversa criativa para descobrir mundo, personagens, tema, voz e argumento. Quando algo fecha, um clique consolida no projeto.

Voz autoral

A sua voz, compilada do que você escreve, entra em toda geração. E a leitura de voz mede se a cena soa como você.

Script Doctor

Uma leitura do roteiro inteiro, com um backlog aplicável item a item — e desfazer.

Repertório

Cartas de consulta de ofício, para você procurar quando quiser. O sistema não empurra: o que ele indica sozinho já vem dentro da geração.

Descoberta

Enxerga o plantio esquecido, o personagem sem arco, o episódio que falta — e aprende com o que você dispensa.

Obra em português ou em inglês

A obra pode nascer em inglês: a IA escreve, o editor formata e a exportação sai no idioma da obra, não no da interface.

Importa o que você já tem

Final Draft, Fountain, PDF e texto. Os nomes de personagem se unificam sozinhos — MARIA, Maria e M. viram uma só.

Ajuda ⌘J

Em qualquer tela: para que ela serve, o que fazer ali e qual é o próximo passo do seu projeto.

Três regras

Três regras que o Telos não quebra.

  1. Nenhum veredito sem a linha que o prova.

    Cada achado estrutural cita o trecho do seu roteiro que o sustenta — para você discordar com base em evidência, não em autoridade.

  2. Onde não dá para medir, está escrito “não medido”.

    É a coisa menos impressionante que um software pode pôr na tela, e é de propósito. Numa categoria cheia de métrica inventada, recusar-se a estimar é uma posição.

  3. O custo de cada ação aparece antes do clique.

    São 208 operações com preço, e nenhuma surpresa no fim do mês.

No longa, é assim que voltam as seis perguntas que um script doctor cobra caro para responder — cada resposta com a cena e a linha:

Seu protagonista decide, ou as coisas só acontecem com ele?

Nas cenas 8, 14 e 22 ele reage. A última decisão dele foi na 3.

O midpoint inverte alguma coisa?

A cena 31 é o meio do filme, e o objetivo dele não mudou.

A mentira central chega a ser confrontada?

“Eu não preciso de ninguém” é dita na 5 e nunca mais cobrada.

O antagonista tem força para vencer?

Ele aparece em 4 cenas. Em nenhuma delas o herói perde alguma coisa.

O tema que você declarou é o que o final responde?

Você escreveu “perdão”. O que o final entrega é “vingança justa”.

Existe uma B-story carregando o tema?

A trama da irmã abre na 9 e some depois da 17.

Sobre autoria, já que alguém sempre pergunta

A pergunta não é “tem IA aqui?”. É quanto trabalho humano entrou por cima.

Cannes, o US Copyright Office, o EU AI Act, a WGA, o SAG-AFTRA e a DGCA-BR giram em torno da mesma questão: quando a obra é sua? O reflexo da indústria tem sido defensivo — detectores tentando pegar o roteirista no flagra. É a pergunta errada.

Por isso o Telos não certifica autoria: registra processo. Cena a cena, o que a IA gerou, o que você reescreveu, quanto a sua versão se afastou da dela e o que você recusou de saída. Tudo sai em PDF/A, com uma cadeia de hashes SHA-256 sobre cada escrita do texto, carimbada todo dia em âncoras independentes (RFC 3161 e Bitcoin). Quando a obra passou por IA, o arquivo exportado sai marcado, como o EU AI Act exige.

O documento afirma fatos e para aí; não declara você autor. Quem julga continua julgando — um advogado, o órgão de registro, um júri de festival. O Telos só entrega o caderno.

Ler o manifesto da autoria
Registro do processo criativo
Cena 12 — “Reencontro no porto”
67%
refinado por você
  • → 47 operações registradas
  • → 23 reescritas suas · 14 sugestões da IA recusadas
SHA-256carimbo de tempo RFC 3161 opcional
8c4d3f2a91b7e6…d28f91f2
Baixar o registro do processo →

Seu roteiro é seu

O seu roteiro não vira dado de treino.

É a primeira pergunta de todo roteirista diante de uma ferramenta de IA, e ela merece resposta verificável — não promessa de marketing.

Não vira dado de treino

A Anthropic se obriga, nos termos comerciais publicados, a não treinar os modelos dela com o conteúdo que passa pela API. Não é a nossa palavra: é o documento dela, e você lê agora.

Apagado em até 30 dias, com exceções declaradas

Pela política de retenção publicada da API, o que é enviado para geração é apagado em até 30 dias. A própria Anthropic declara as exceções: envio sinalizado pelos sistemas automáticos de confiança e segurança pode ficar retido por até 2 anos, e a pontuação da classificação por até 7. Está tudo na nossa Política de Privacidade.

Não vendemos, não compartilhamos

Seu texto não é vendido, cedido nem usado para treinar nada nosso. Você exporta o projeto inteiro em JSON quando quiser, e apagar a conta apaga os dados.

Por que existe

O Telos nasceu de um prazo impossível.

Diego Lopes · roteirista e diretor

Me pediram uma novela vertical: 37 episódios, duas semanas, filmagem já marcada.

Nunca foi um problema de velocidade. Era de coerência — de segurar a história.

A novela existe. Chama-se 88 Constelações e está no ar no Brasil, na internet e na TV aberta. Foi escrita dentro do Telos; foi assim que o prazo foi cumprido.

Cada ferramenta aqui responde a um problema que apareceu escrevendo, não a uma hipótese de produto.

Antes disso

  • Lamento · 2019Longa · 105 min — Brasília, Cairo, Nashville, Kansas. Em cartaz em 2021.
  • Manual de Sobrevivência da Literatura Brasileira · 2024Série · 10 episódios — TV Brasil. Produção virtual.
  • Punch TV · 2013Série · 13 episódios — Comedy Central Brasil.
  • Isabela · 2020Curta · 20 min — Tirana, Bogoshorts, Macau, Carmel.
  • Dona Miroca e Seu Cuco Caduco · 2014Animação · 13 min — Finalista do Grande Prêmio Brasileiro do Cinema.

Longa, série, curta e vertical: os quatro formatos que o Telos atende são os quatro que eu escrevo — por isso nenhum deles é o longa com outro rótulo. Formação na Los Angeles Film School.

Feito por um roteirista em atividade, para roteiristas. Independente: sem estúdio, sem streaming, sem big tech.

O nome

τέλος

té·los · grego antigo

O propósito que faz cada coisa florescer do seu próprio modo.

Telos é a palavra que Aristóteles usou para a quarta causa: aquilo que faz uma coisa ser plenamente o que é. A semente carrega a árvore; a história carrega o filme que ela precisa virar.

Todo roteiro tem o seu telos. Cada personagem que entra, cada cena que sobrevive ao corte, cada palavra que fica serve a um propósito que só o autor enxerga inteiro. A IA entrega palavras. Só o autor entrega telos.

A ferramenta carrega o nome porque carrega o compromisso: a obra é sua, e tudo aqui existe para ajudar você a chegar nela — sem tirar você do meio.

Quanto custa

Uma assinatura, sem degraus.

$49 por mês, ou $490 por ano, e o sistema inteiro liberado. Não existe plano básico com metade do produto como refém: todo assinante tem tudo, e o que varia é quanto você gera — crédito, não recurso trancado.

Telos PRO

A assinatura mensal: o Telos inteiro, com créditos novos todo mês.

$49/mês
ou $490/ano — dois meses de desconto
  • 750 créditos por mês — o que sobrar acumula por até 6 meses
  • Acesso a tudo: geração, diagnóstico ancorado, personagens-agentes, modelo de audiência, versões em ramos e registro do processo
  • O custo aparece antes de você confirmar — e você paga o que foi usado, não o que foi reservado
  • Cobrado em dólar (USD)

Quanto custa cada coisa

  • Uma cena de longa≈40 créditos
  • Uma cena de série≈24 créditos
  • Um episódio inteiro de novela vertical20 créditos
  • Uma cena de curta≈24 créditos
  • A leitura de voz de uma cena≈4 créditos

Com “≈”, a ação é cobrada pelo uso real: a estimativa aparece antes do clique, e você paga o que foi usado, não o que foi reservado.

Se os 750 do mês acabarem

1.500 créditos$119
5.000 créditos$349
15.000 créditos$899

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